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Crystal Walters - Memorial University of Newfoundland -My Blog
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arq   arq ATTA UR REHMAN QUREASHI's TIGblog
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Elimnate the Worst form of child Labour
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June 7, 2008 | 8:37 AM Comments  0 comments

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arq   arq ATTA UR REHMAN QUREASHI's TIGblog
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May 17, 2008 | 7:51 AM Comments  0 comments

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May 17, 2008 | 7:49 AM Comments  0 comments

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sahacaan   sahacaan Jerry Nwigwe's TIGblog
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Nigeria Youth can achieve the Nation's greatness if.....
About this event: TakingITGlobal CLCWA Nigeria 2nd National Conference onThe President Seven Point Agenda- Youth Engagment and Participation
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I will like to use this medium to appreciate those who participated in person and to those who sent in their goodwill message during the last TIG/CLCWA Conference in Kano. One of the outcomes of this great event is the resolve by Nigeria youth to participate actively in the socio -economic development of the Nation. They also realised that for Vision 2020 to be achieved more needs to be done in areas like youth empowernment programs, value re-orientation and positive youth engagement by the government and other stakeholders. Issues like Health that was not included in the 7 points agenda also needs to be addressed. They also recommended that entreprenuerial development is the key to the nation greatness.Empowernment Programs should be developed for the disable and all the nation educational system need to overhaul.

Just be on the look out for the full report.

Lets build our country, be part of this history.

May 17, 2008 | 3:09 AM Comments  0 comments

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efraimneto   efraimneto Efraim Neto's TIGblog
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Responsabilidades Diferentes
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EL PAIS; Montevideo, 14 de mayo de 2008
Hernán Sorhuet Gelós

Desesperanzador es el panorama actual de los esfuerzos internacionales para mitigar el cambio climático.

A medida que la humanidad va asumiendo la magnitud del problema que significa el calentamiento global -y su incidencia en el llamado cambio climático- algo mejoran las posibilidades de enfrentar el desafío con mejores posibilidades de éxito. Partimos de varios supuestos aceptados mayoritariamente. El primero es que disponemos de pruebas científicas incuestionables que demuestran que los gases de invernadero liberados en enormes cantidades por la acción de los seres humanos, están calentando la atmósfera y modificando el clima.

El segundo es que el desarrollo de las actividades humanas basado en la energía de los hidrocarburos (petróleo, carbón, gas), llevado adelante durante varios siglos, fue un error que hay que corregir.

El tercero es que, ante tan grave problema, existen responsabilidades comunes pero diferenciadas. El mundo es uno solo y todas las sociedades emiten gases invernadero. Pero no cabe duda de que la contribución de los gases ha sido -y seguirá siéndolo- muy despareja. Unos pocos estados son responsables de la inmensa mayoría de la contaminación atmosférica. El resto, casi sin intervenir en la generación del problema global, padecerán los severos efectos como cualquiera; y en muchos casos, más que cualquiera, si por ejemplo consideramos a los pequeños estados insulares.

Los costes de las medidas de mitigación y adaptación al cambio climático, y de la cooperación que será necesaria para tener éxito en esas estrategias -acceso a tecnologías modernas, mayor equidad en los mercados, valoración de los servicios ambientales en ecosistemas estratégicos como los grandes bosque y humedales- son aportes que le corresponde realizar a las naciones desarrolladas, porque sobre ellas recae la mayor parte de la responsabilidad en la generación del problema (son las más contaminantes). Resulta fácil comprender que es en este punto crucial donde las negociaciones internacionales están empantanadas. Una vez más queda demostrado que se puede discutir, con racionalidad y sólidos argumentos, cualquier asunto por espinoso que resulte. Pero, si involucra "el bolsillo" de los sentados a la mesa de negociaciones, los parámetros de la discusión cambian dramáticamente, devaluándose la responsabilidad y el sentido común.

Se explica entonces lo desesperanzador que se presente la actual orientación de los esfuerzos internacionales para mitigar el cambio climático, trabajando en estrategias que son simples remiendos, como si se quisiera tratar el cáncer con analgésicos. Pensemos en el mercado de carbono, en el tibio apoyo al desarrollo de energías alternativas, en los mínimos esfuerzos de las naciones desarrolladas de concretar reducciones significativas de sus emisiones.

El cuarto es que, la lógica del mercado imperante hace muy difícil rectificar el rumbo, a pesar de los acertados diagnósticos de la situación disponibles. Esto lleva a que se imponga el análisis de la situación casi exclusivamente a través del cristal de la economía. Si las medidas, los acuerdos o las políticas propuestas son rentables, seguramente se aplicarán. De lo contrario, las naciones del mundo, así como los organismos multilaterales más influyentes, seguirán esperando "a ver que pasa", desconociendo las severas advertencias formuladas por estudios muy serios y confiables, como el del Panel Intergubernamental sobre Cambio Climático (IPCC).

Por lo visto seguiremos aprendiendo a los golpes.

May 15, 2008 | 4:53 PM Comments  0 comments

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efraimneto   efraimneto Efraim Neto's TIGblog
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Rio de Janeiro e a CNMA
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Niterói, 27 de Abril de 2008

O Rio de Janeiro encerrou há quase três semanas sua III Conferência do Meio Ambiente, quem sabe, a menor conferência estadual do país. Não se pode culpar a população pelo desinteresse de debater sobre o que o futuro lhe reserva, se continuamos de braços cruzados frente à crise da gestão ambiental brasileira. Como delegado eleito pelo setor produtivo fluminense, avalio com desesperança a participação do meu setor na III Conferência. Concluo a minha avaliação decidindo sobre a minha própria participação.

Vivemos uma revolução democrática que pretende mudar o Brasil no Governo Lula, pela conscientização e pelo comprometimento da população. Não conduzida por uma vanguarda política, mas pela ampla participação da Sociedade na construção política da soberania e da sustentabilidade. O Brasil que todos construímos é democrático, justo, soberano e sustentável. Sustentabilidade apoiada na solidariedade e na igualdade social, onde os direitos individuais e coletivos estão no centro da agenda nacional.

O Estado deve ter o seu caráter distributivo consolidado e seus espaços de participação ampliados. Não está em jogo só a reforma da gestão pública, mas sim o papel da Sociedade na gestão do Estado. A redefinição do papel do Estado requer um novo modelo de gestão estatal: a gestão participativa e o controle social. Através das Conferências Nacionais, o Governo Lula propõe mecanismos de defesa contra o retrocesso político, econômico e social, avançando na construção permanente de um Estado democrático e participativo, com base em um projeto de desenvolvimento sustentável para o país.

As Conferências implementadas pelo Presidente Lula não são apenas espaços de debate e mediação, mas de disputa de hegemonia civil contra a cultura clientelista e os valores neoliberais. A ampliação dos mecanismos de co-gestão do poder público e a articulação entre democracia representativa e democracia participativa, são fundamentais para combater as práticas clientelistas, valorizando a fala dos direitos e a introdução de novos protagonistas sociais que representem a maioria da população.

Nesse processo, fortes interesses foram contrariados. Daqueles que vêem o poder como algo exclusivo das elites econômicas e seus prepostos políticos. Daqueles que lucram com a contínua submissão aos interesses do imperialismo e da globalização. E, por fim, daqueles que controlam os recursos públicos e privatizam o Estado, repudiando as políticas sociais de inclusão e o reconhecimento dos direitos dos trabalhadores e dos excluídos.

A Conferência Nacional do Meio Ambiente representa para a Sociedade, a expectativa de rompermos com o Estado que, no passado, sustentou a privatização dos recursos públicos, o esgotamento dos recursos naturais e a exportação dos recursos humanos; e, por outro lado, de garantirmos a capacidade do Governo em democratizar com ousadia a gestão pública e em fortalecer com coragem o controle social na condução de sua política ambiental.

Para a III Conferência Nacional do Meio Ambiente, a Sociedade realizou ou apoiou centenas de conferências regionais relacionadas às políticas de meio ambiente para o Governo do Brasil. O fenômeno da institucionalização está presente nos estados e municípios, tendo sido criados conselhos, secretarias e coordenações especializadas, fortalecendo o Sistema Nacional do Meio Ambiente. Os princípios em disputa nas Conferências Nacionais do Meio Ambiente são os das pessoas que lutam pela dignidade humana, pelo patrimônio natural e pela qualidade de vida.

Disputamos uma política ambiental que garanta o bem coletivo acima dos interesses privados, que combata as desigualdades e a exclusão social ao promover a distribuição de renda, a educação permanente e o saneamento ambiental; para colher então, a justa prosperidade, através da integração estratégica entre o desenvolvimento social das cidades, a sustentabilidade ambiental do habitat e a cidadania ecológica da coletividade. Eu tive a honra, enquanto ambientalista e empresário, de ser eleito delegado pelo Rio de Janeiro para as Conferências do Meio Ambiente, das Cidades e de Pesca e Aqüicultura.

Mas não será possível o Governo do Brasil desempenhar o papel de liderança que esperamos, se não absorver como ação e responsabilidade do Estado, a tarefa de avançar nessas lutas, assumindo o paradigma de que não basta tratar com igualdade os desiguais. A crise que afeta as Conferências Nacionais do Meio Ambiente, com imprevisíveis retrocessos, não pode nos levar a enganos. Por certo, ela demonstra a fragilidade da política ambiental existente.

Não podemos admitir que os movimentos sociais e populares brasileiros sejam a correia de transmissão do Governo, para assumirem o papel determinante no aprofundamento da democracia, cujo alicerce primeiro deve ser a ampliação da participação popular nos espaços públicos, o fortalecimento do controle social sobre o Estado e a predominância dos interesses coletivos sobre a lógica do mercado. Como i**nstrumentos de democracia direta, as Conferências Nacionais do Brasil devem garantir a participação das massas populares nos vários níveis de direção do processo político de organização, com mecanismos ágeis de consulta popular, libertos da subordinação ao Governo e capazes de expressar o interesse coletivo.

Na Conferência do Meio Ambiente deste ano no Rio de Janeiro, a Sociedade respondeu prontamente ao desafio provocado pelo Ministério do Meio Ambiente e pela Secretaria de Estado do Ambiente, para organizar o mais democrático e participativo diagnóstico ambiental e político já feito do seu Sistema Estadual do Meio Ambiente, de forma organizada, voluntária e regulada por normas e compromissos postos a todos os estados pela III Conferência Nacional.

Com acúmulo das experiências anteriores, procuramos juntos - o Setor Social e o Setor Produtivo - contornarmos os erros passados e colocar-nos à disposição da Comissão Organizadora Estadual para realizar, sem qualquer apoio ou recursos do Governo, sete Conferências Regionais em todo o Estado do Rio de Janeiro. Porém, depois de mais de um ano e quase uma centena de infrutíferas reuniões na Superintendência do Ibama no Rio de Janeiro, em uma comissão de representantes de Governo, Sociedade e Produção, eu senti-me usado, manipulado e enganado pelo Superintendente do Ibama, que transformou um processo de consulta popular em uma estratégia de marketing pessoal e um evento entre amigos. A Ministra Marina Silva assim fazia conhecermos seus porta-vozes.

A III Conferência do Meio Ambiente foi dirigida por interesses próprios de membros da ONG que já esteve sob a direção do atual gestor do Ibama. Desta forma, um programa de governo sob a responsabilidade do Ministério do Meio Ambiente, foi privatizado no Rio de Janeiro. Na Superintendência do Ibama, pessoas estranhas à gestão pública assinaram, representaram, delegaram e empenharam recursos em nome do órgão público da administração federal.

Nós, do Rio de Janeiro, aprendemos na própria carne que os organismos dominantes do processo de realização das Conferências do Meio Ambiente, não tiveram compromisso democrático algum com nenhum dos setores da Sociedade e da Economia envolvidos voluntariamente, em todos os processos de sua organização. A relação conosco foi puramente tática, quando eles se serviram da via democrática, pragmaticamente, enquanto lhes foi conveniente.

A Comissão Organizadora Estadual da III Conferência ainda tem mais uma e última responsabilidade, por mais ingrata que seja, visto que a história de seus membros está entrelaçada por anos de convivência nos movimentos ambientalistas do Rio de Janeiro. Se não apurarmos agora, através dos claros sinais percebidos na III Conferência Estadual, os desvios de conduta e desmandos administrativos ocorridos na Superintendência do Ibama sob a gestão do Advogado Rogério Rocco e amigos, os riscos que corre em nosso estado, a política ambiental do Governo Lula, serão espetaculares.

Espero, sem dúvida, que a Conferência Nacional se inclua soberanamente no Sistema Nacional do Meio Ambiente, como uma convocação à Sociedade para que assumamos juntos as responsabilidades sobre o futuro das novas gerações. Não só do Brasil, mas de todo o Planeta. Mas para que tais responsabilidades não estejam sob as vontades e vaidades de gestores públicos, mas sob a tutela do Estado, sempre convocada com autonomia pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente, órgão supremo da gestão ambiental do Brasil, mais uma vez fortalecendo o Sistema Nacional do Meio Ambiente.

A Secretaria de Estado do Ambiente, representada pela Superintendência da Agenda 21, e à Universidade Federal Fluminense, representada pelo Gabinete do Reitor, nós todos, sem dúvida, só temos o que agradecer. Os resultados colhidos pelas participações de ambas as instituições, foram o verdadeiro saldo positivo da III Conferência do Rio de Janeiro, aliadas à difícil participação da Sociedade, garantida com esforços e méritos próprios. Aos delegados que partem para Brasília, desejo que, mais uma vez, confirmem o nosso valor cívico já demonstrado pela delegação fluminense nas últimas edições da Conferência Nacional. Foi com honra e alegria que compartilhei todos estes momentos difíceis com vocês. Uma boa viagem e as minhas mais sinceras saudações ecológicas,.

--
Vinicius Messina,
editor e consultor
55-21-8294-1978
55-21-3026-6205

May 1, 2008 | 8:10 PM Comments  0 comments

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efraimneto   efraimneto Efraim Neto's TIGblog
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Protocolo De Kyoto é ridículo?
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ESFRIAMENTO GLOBAL 13/04/2008 15:21

Cientista da Ufal diz que o homem não muda o clima e que o Protocolo
de Kyoto é ridículo

Por Renato Lima, de Economia do JC
Especial para o Blog/ JC Online

O cientista Luiz Carlos Baldicero Molion, diretor do Instituto de Ciências Atmosféricas da Universidade Federal de Alagoas, sabe que sua posição está na contramão dos debates sobre clima global. Mas reage citando argumentos e disposição para o debate. Ele é membro do Grupo Gestor da Comissão de Climatologia da Organização Metereológica Mundial, como representante da América do Sul. Graduado em Física pela USP, doutor em Metereologia e Proteção Ambiental pela Universidade de Wisconsin, EUA. Nesta entrevista, Molion afirma que não é o homem que muda o clima (seja para aquecer ou esfriar), diz que o CO² não pode ser visto como venenoso e ainda classifica o Protocolo de Kyoto como ridículo.

Jornal do Commercio - Para onde caminha o clima?

Luiz Carlos Baldicero Molion - Se eu tivesse que apostar, certamente eu diria que é muito mais provável que tenhamos um resfriamento do que aquecimento nos próximos 20 anos. O Oceano Pacífico é um grande controlador do clima global. Ele ocupa 35% da superfície terrestre. E nós sabemos que a atmosfera é aquecida por debaixo. As mudanças climáticas que ocorreram no século XX coincidem com o clima do Pacífico. De 1925 a 1946 e depois de 1977 a 1998, períodos quentes, coincide com o Pacífico Tropical também quente. E o resfriamento que ocorreu entre 1947 a 1976 coincidiu com o período em que o Pacífico Tropical esteve frio. Então o pacífico é um grande controlador. E a partir de 1999 o Pacífico começou a dar sinais de que está esfriando. Obviamente isso é lento, passa por um período de transição.

JC - E quando começa essa transição?

Molion - Pode já ter começado. O inverno no Brasil no ano passado já foi severo. Nas Serras Gaúchas as temperaturas já chegaram a 5º abaixo de zero. E o inverno tem sido rigoroso também no Hemisfério Norte, que desde dezembro do ano passado até abril deste ano está sofrendo conseqüências de um inverno severo, com recordes de acúmulo de neve. São temperaturas baixas no Canadá, inferiores a 50º abaixo de zero, a 60º abaixo de zero na Sibéria. E o inverno rigoroso na China, em que mais de 200 milhões de chineses estavam sem ter o que comer por conta do inverno.

JC - E o que causou o recente aquecimento?

Molion - Parte do aquecimento é do sol, pela variação natural da produção de energia. E parte também vem do fato de que muito desses termômetros que são usados para medir as temperaturas estão hoje em grandes cidades. Na década de 60 havia 14 mil estações medindo temperatura na terra. Hoje tem menos de 2.000. E essas reduções foram feitas em locais de difícil acesso. Por exemplo, a Rússia fechou muitas estações na Sibéria, que tem zonas frias. E muitas estações foram fechadas nas zonas rurais, devido a dificuldades de manter essas estações. As zonas rurais registram temperaturas de 2º a 5º mais baixas do que as temperaturas urbanas.

JC – A gente está detectando uma sensação térmica urbana mais quente, por ter menos árvores e ser mais urbanizado, mas não o clima global?

Molion – Isso. Basta comparar com os dados de satélite, em que as temperaturas medidas abrangem áreas maiores. A tendência nos últimos anos é de 0,12º por década, dentro da variabilidade natural do clima. Jamais poderíamos atribuir esse aumento que houve às atividades. O aquecimento global não é antropogênico, ele não é produzido pelo homem.

JC - A proporção que o homem produz de CO² não seria suficiente?

Molion - Certamente que não. Estima-se que os fluxos globais de carbono entre oceano, solo, vegetação e atmosfera seja da ordem de 200 bilhões de toneladas por ano. Como são estimativas, admite-se facilmente que tenha um erro de 10% nisso. Estamos falando de 20 bilhões. Vinte bilhões é 3 vezes mais do que o homem coloca na atmosfera hoje, que é de 6 bilhões. E 20 bilhões é 70 vezes maior do que o que o Protocolo de Kyoto se propõe a reduzir, que é apenas 0,3 bilhão. Quer dizer, o Protocolo de Kyoto é ridículo. Pode ser muito bom para a recuperação ambiental, mas do ponto de vista de efeito estufa, diminuição e controle do CO², o Protocolo de Kyoto é ridículo.

JC – Como a ciência, que busca uma verdade objetiva, pode divergir
tanto neste momento, neste assunto?

Molion – Não sei. Talvez haja interesses por detrás disso. Interesses econômicos envolvidos. Talvez alguns cientistas aproveitem da situação. Alguns que discordam também não falam, temem que seus projetos sejam cortados, seus empregos perdidos. Enfim, parece haver uma série de razões que levaram a adoção dessa hipótese do
aquecimento global antropogênico ganhar um corpo tão grande. A comunicação hoje é muito fácil e o homem gosta mais de catastrofismo do que outra coisa. Existe interesses, não é questão de divergência. Os defensores do aquecimento global se baseiam em argumentos que não têm base científica sólida. Mas como eles fazem isso? Muito simples: a verba para o estudo climático nos EUA era, há 10 anos, US$ 600 milhões. Hoje passa de US$ 4 bilhões. Qualquer projetinho que venha lá dizendo que isso pode ajudar a entender o aquecimento global antropogênico recebe o seu dinheiro. Pode haver interesse das próprias companhias de petróleo. Sabendo que o petróleo vai terminar a curto prazo, 20, 30 anos, então se diminuir o consumo agora estica o domínio deles e permite até elevar o preço acima de US$ 110 o barril. E pode haver até outros interesses dos próprios políticos, de ver nisso uma oportunidade de colocar mais um imposto, mais uma taxinha.

JC – Então quem mora na beira-mar de Boa Viagem, de Maceió e do Rio de Janeiro não precisa se preocupar de que vai ficar sob água?

Molion – Essas projeções de que o nível do mar vai subir de 20cm a 60cm são baseadas em cenários hipotéticos que jamais vão ocorrer. São resultados de modelos de simulação de clima que não são adequados para fazer previsão nenhuma. Na realidade, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, o IPCC, não faz previsões. Ele faz projeções de cenários. De tal forma que esse aumento de 20cm a 60cm no nível dos mares é um mero exercício acadêmico. O que ocorreu nos últimos 100 anos foi que este nível subiu cerca de 13cm, mas existem muitas outras causas geológicas, como o movimento de placas tectônicas, do que certamente o ser humano. O ser humano é muito pequenininho em comparação com as forças naturais. Basta dizer que 71% da superfície terrestre é coberta por oceanos e 29% são continentes. Dos 29% de continentes, 15% são terras geladas, gelo e areia, desertos. Resta então ao homem apenas 14% para ele manipular. Desses 14%, metade é coberto por florestas naturais. O homem só opera em 7% da superfície terrestre. Não é possível que nesses 7% ele vá
mudar o globo todo. Repito: não confundir conservação ambiental com mudança climática. A conservação é uma necessidade da espécie humana. E o CO² não tem nada a ver com mudança climática. Não confundir CO² com poluição. Quanto mais CO² na atmosfera, mais as plantas produzem.

April 25, 2008 | 7:07 PM Comments  0 comments

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arq   arq ATTA UR REHMAN QUREASHI's TIGblog
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April 21, 2008 | 3:33 PM Comments  0 comments

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UNDP Youth Climate Change Challenge
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The United Nations Youth Climate Change Challenge is an interactive competition that aims to inspire and educate young people on the key messages of the 2007 Human Development Report - the United Nations' most comprehensive analysis of current scientific, economic and political thinking about the threat of catastrophic climate change and how to avoid it.

Join the Challenge

http://www.quantumshift.tv/contests/11

April 21, 2008 | 6:15 AM Comments  0 comments

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efraimneto   efraimneto Efraim Neto's TIGblog
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O fim da economia do petróleo barato
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Raymundo de Oliveira

O petróleo começou a ser economicamente explorado a partir da segunda metade do século XIX. Iniciando pelos EUA, a produção foi crescendo sistematicamente. Da destilação daquela massa preta, se tirava de tudo: querosene, gasolina, diesel, óleo combustível, gás, plásticos...

Os derivados de petróleo se tornaram indispensáveis e ficamos inteiramente dependentes deles na energia que usamos, em nossas vestimentas, na produção de alimentos, nos multiusos dos plásticos, nos transportes, nas tintas, em tudo.

É olhar para os lados e o que vemos é dele derivado, direta ou indiretamente. E mais, sua extração e uso eram muito baratos. Daí nossa crescente dependência. Fomos abandonando nossos costumes antigos e não sabemos mais viver sem ele.

A produção foi crescendo e nossa dependência se acentuando!

Os EUA eram os maiores produtores e nas primeiras décadas do século XX se tornaram os maiores exportadores de petróleo, com a produção crescendo em ritmo acelerado. O petróleo foi o combustível da grande revolução industrial da virada do século XX, sendo a indústria automobilística o grande indicador da industrialização. Ela é filha do petróleo barato, de fácil extração.

Embora inicialmente concentradas nos EUA, o maior exportador, as descobertas de novas regiões petrolíferas foram se espalhando no mundo.

Entretanto, o petróleo é finito, não oferece duas safras: usou, está usado. Não se planta, não se reproduz. Hoje se estima que, no total, a humanidade recebeu dos deuses cerca de dois trilhões de barris de petróleo utilizável, somando-se o que já se descobriu com o que ainda deve ser descoberto.

Em meados do século passado, década de cinqüenta, um geólogo norte-americano, King Hubbert, analisando as descobertas de petróleo nos EUA, e o histórico das produções dos diversos campos, propôs um modelo matemático e dele concluiu que a produção americana passaria por um máximo no início da década de 70, após o que, passaria a decair paulatinamente. É a chamada Curva de Hubbert, semelhante à Curva Normal.

Seu modelo foi recebido com incredulidade, diante da crescente produção americana. Infelizmente, acertara na mosca. De fato, nos primeiros anos da década de setenta, a produção dos EUA se estabiliza e, logo depois, começa a cair. Isso os forçou a reduzir a produção e importar maciçamente.

Como o uso dos derivados de petróleo continuou a crescer, hoje eles não são mais os maiores exportadores e sim os maiores importadores de petróleo do mundo. A produção americana é uma parcela pequena de seu consumo. Se eles dependessem exclusivamente de suas reservas, elas seriam zeradas em menos de quatro anos. Os EUA possuem 3% das reservas e consomem 25% da produção mundial de petróleo. Daí a necessidade de importar, e importar cada vez mais.

A partir de seu acerto, as teorias do Hubbert passaram a ser levadas a sério. Seu modelo foi reproduzido nas reservas do Mar do Norte e se confirmou.

Hoje, seus seguidores modelam as reservas do mundo e as conclusões são preocupantes: estima-se que o pico da produção deverá se dar entre 2005 e 2010, após o que ela irá caindo aos poucos. Alguns otimistas acham que o máximo da produção só vai se dar em 2015. Devido às oscilações de produção, demora-se um pouco a se perceber a passagem do pico.

Esse máximo representa o momento em que já foi consumida metade das reservas disponíveis. Assim, estando passando pelo pico, é sinal de que já consumimos o primeiro trilhão de barris e entramos na produção da segunda metade.

Claro está que a primeira metade foi a de produção mais fácil, mais acessível, mais barata. O que nos resta é a parte cada vez mais difícil, mais cara.

O ser humano já conhece razoavelmente o subsolo da Terra. Não são grandes as esperanças de enormes descobertas, a exemplo do que houve na primeira metade do século XX. Há novos campos, porém não se espera descobrir um novo Oriente Médio. O máximo das descobertas se deu em 1964. De lá para cá, as grandes descobertas são cada vez menores.

Imaginemos o que acontecerá com o preço do petróleo quando sua produção começar a cair sistematicamente, ano a ano. O preço tende a disparar.

Porém, o consumo de petróleo é bastante inelástico e, inicialmente, deve responder lentamente ao aumento do preço. Em decorrência crescerá o preço de tudo que usa petróleo, isto é, de quase tudo que nos acostumamos a usar.

Vamos ter saudade da época em que o petróleo custava 100 dólares o barril!

Algumas conseqüências da disparada do preço do petróleo podem ser estimadas: o custo dos transportes vai às alturas e o preço dos alimentos também, diante da dependência de derivados de petróleo, na produção de fertilizantes. Em síntese, fica abalada nossa maneira atual de viver, profundamente dependente do petróleo barato.

Vejamos a vida de um americano classe média alta. Ele mora há cem km de seu local de trabalho, nos "subúrbios". Lá ele vive em sua casinha, com cachorro e piscina, mulher e dois filhos. Vai para o emprego com seu automóvel que pesa três toneladas, consome um litro a cada seis km e faz duzentos km/h, numa auto-estrada de quatro pistas para cada lado. Isso só é possível pela existência do petróleo barato. Disparando o preço, esse padrão de vida ficará abalado.

Porém, Dick Cheney, atual vice do presidente George W. Bush, já afirmou: "nosso padrão de vida é inegociável".

Por muito menos os EUA invadiram o Iraque e estão se apossando de suas reservas de petróleo, a terceira maior do planeta, sob a falsa justificativa de que o presidente Sadan Hussein teria armas de destruição maciça. Porém, o Oriente Médio é região profundamente instável.

Hoje, são grandes as importações de petróleo da Venezuela pelos EUA. A Venezuela está ali do lado, e seu presidente Hugo Chaves não tem demonstrado grandes simpatias pelos atuais governantes norte-americanos.

Diante da inevitável crise do petróleo e do inegociável padrão de vida do americano, temos crise à vista, em especial na fronteira Colômbia-Venezuela. Aos EUA não interessa paz na região. O conflito é a porta de entrada da guerra, acesso mais garantido ao petróleo venezuelano.

Esta crise é só uma das que estão sendo potencializadas pelo início do fim do petróleo barato.

Antigamente, cada povo desenvolvia suas culturas de alimentos em locais próximos a onde vivia. Hoje, graças ao petróleo barato, planta-se soja no Brasil, ou nos EUA, e se consome na China. Isso só é possível pelo transporte barato, petróleo barato.

E o que é pior, perdeu-se a cultura da antiga produção de alimentos distribuída. A produção concentrada, mais eficiente, tende a ser mais homogênea. Dentre as opções, planta-se a que oferece melhor rendimento, abandonando-se as outras, perdendo-se diversidade, reduzindo-se as opções que havia anteriormente. Algumas dessas opções, abandonadas em nome do aumento da eficiência, eram opções adequadas em outras regiões, quando a produção não estava concentrada, como hoje. O ser humano vai ficando com menos grau de liberdade, com menos opções.

Com o fim do transporte barato, vai haver necessidade de se voltar a produzir alimentos perto de casa: crise à vista por falta de alimentos, pois foi perdida a cultura da produção distribuída.

O petróleo barato nos empurrou para uma realidade de profunda dependência. Ficamos viciados em seus produtos.

A sociedade de consumo é reflexo desse petróleo barato. Produzimos o supérfluo, consumimos esse supérfluo e precisamos produzir mais dele, para manter a economia funcionando. O petróleo barato tem sido o combustível dessa lógica.

Usamos pouco e mal cada novo produto que chega ao mercado, induzido pela eficientíssima propaganda. Antes de esgotar seu uso, quando ainda tem muito a oferecer, jogamos fora esse produto e adquirimos a nova mercadoria que chega. Frequentemente, o "novo" é o antigo com alguns enfeites supérfluos, apoiado em competente campanha de marketing.

Esse permanente use e jogue fora só tem sido possível pela abundância de energia barata: a queda dos custos de produção alimenta a sociedade de consumo e de desperdício.

O fim da economia do petróleo barato vai abalar essa lógica em que temos sobrevivido. É nossa maneira de viver que fica ameaçada.

Diante da visão da crise do petróleo, recurso reconhecidamente finito e com consumo crescente, tem-se buscado desesperadamente alternativas a ele. Da energia solar à eólica, da nuclear ao carvão, do agro-combustível à economia do hidrogênio.

As energias solar e eólica têm grande potencial de crescimento e serão, seguramente, utilíssimas em pequenas comunidades ou para questões localizadas. Não têm qualquer condição de responder às necessidades da sociedade do automóvel e do desperdício.

A nuclear, com questões de segurança ainda pendentes, tem limitação quanto às reservas existentes.

O carvão, com reservas enormes, se usado para substituir as necessidades decorrentes da queda da produção de petróleo, levará a poluição a níveis terríveis.

A esponja de hidrogênio é muito mais uma transportadora de energia, de baixo rendimento, que uma geradora, em especial para as necessidades decorrentes da previsível queda na produção de petróleo.

No agro-combustível, o exemplo do pro-alcool tem tido indiscutível sucesso na substituição da gasolina. Tentar mundializar essa solução traz o risco de ameaçar a produção de alimentos, num mundo faminto. Entre produzir alimento para pobre ou "gasolina" para carro de rico, a lógica do Capital será implacável e veremos grandes extensões de terra desviadas da agricultura alimentícia. Os preços dos alimentos vão disparar. E, ainda assim, não há terra suficiente para as centenas de milhões de carros.

De fato, o presente que nos deram os deuses, dois trilhões de barris de petróleo, nos viciou. Ficamos escravos da lógica da sociedade de consumo.

É preciso pensar em outra lógica, em outra maneira de nos relacionarmos com a natureza e com os outros seres humanos. É fundamental buscarmos uma sociedade menos dependente de energia, em vez de só procurarmos produzir mais e mais energia. Esse caminho nos está levando a um beco sem saída.

Quando o mundo era suposto infinito, sempre com novas fronteiras a conquistar, a lógica da reprodução expandida trouxe enorme desenvolvimento. O progresso, com todos os seus defeitos, foi fantástico. É olhar e ver o crescimento da produção, a queda da mortalidade infantil, o aumento da vida média do ser humano, onde o próprio crescimento da população é um indicador claro.

Hoje, o "mundo é finito". Não há mais fronteiras a conquistar. Tivéssemos ido a Marte, Júpiter, Vênus, e a lógica da reprodução expandida poderia permanecer. Num mundo finito, essa lógica se transforma numa metástase da sociedade humana, ameaçando o corpo de que ela própria se alimenta. Em risco a vida humana, nossa sobrevivência em nosso planeta.

Buscar outra lógica na relação homem/mulher com a natureza e com os outros seres humanos é necessidade imperiosa de nossa própria sobrevivência. Não sei se há tempo para essa construção. A barbárie é uma possibilidade não desprezível.

Enquanto há esperança, mãos à obra!!!

Raymundo de Oliveira

Presidente da Casa da América Latina

April 17, 2008 | 6:07 PM Comments  0 comments

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Brasil desperdiça água suficiente para abastecer 38 milhões de pessoas ao ano
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17/4/2008

Por Redação da Adital

O Brasil desperdiça por ano água suficiente para abastecer 38 milhões de pessoas. Nas capitais do país, são desperdiçados, diariamente, 2,5 milhões de litros de água. Esse descaso fez com que, nas duas primeiras semanas de abril, os deputados paulistas colocassem em pauta discussões como a escassez, alto custo e uso abusivo da água potável.

Na última quarta-feira (09), os parlamentares, em uma única sessão, aprovaram três projetos sobre o tema. Agora, para virarem lei, eles precisam ser sancionados pelo governador. Um dos projetos prevê multa de até R$ 1.488,00 para os consumidores que desperdiçarem água potável.

No projeto, é considerado desperdício todo uso irracional da água como lavagem de calçadas, ruas, veículos, rega de jardins e gramados com o emprego de mangueira e máquinas de pressão a jato. Primeiro quem desrespeitar a norma será advertido, reincidindo é que haverá a multa.

Outro projeto aprovado, obriga às empresas que trabalham com meios de transporte, e de lavagem de veículos, a instalarem equipamentos de tratamento e reutilização da água utilizada. O autor do projeto, o deputado André Soares, disse que em até 15 meses os proprietários terão retorno financeiro, pois haverá redução do consumo de água em 30%. Além disso, não terá queda na qualidade do serviço.

No terceiro projeto, está prevista a criação de um Programa Estadual de Conservação e Uso Racional da Água nas Edificações Públicas e Privadas (Purae), no qual o Estado tem até 10 anos para adequar todos os prédios públicos com aparelhos que permitam economia de água.

Assim, será preciso trocar bacias sanitárias, chuveiros e lavatórios para modelos de volume reduzido de descarga, além de serem instaladas torneiras com arejadores. O governo paulista deve se comprometer ainda há incentivar as pessoas a providenciarem a instalação de reservatórios para contenção da água utilizada em chuveiros, banheiras, lavatórios, pias etc.

A população brasileira, por considerar que o país tem muita reserva de água, desperdiça-a bastante; no entanto, seis bilhões de litros desperdiçados no país são jogados fora entre a retirada dos mananciais e a chegada às torneiras. Segundo o Instituto Socioambiental (ISA), em Porto Velho (Rondônia), 78,8% da água é desperdiçada. Em Rio Branco, Manaus e Belém, esse índice também é superior a 70%.

De acordo com o Instituto, água jogada fora nessas capitais seria suficiente para abastecer quase cinco milhões de habitantes. Para diminuir o desperdício, deve-se aumentar os investimentos nas redes e atender rapidamente as notificações de vazamentos.

O consumo médio de água nos lares brasileiros está 40 litros acima do recomendado pela Organização das Nações Unidas (ONU) por pessoa, que é de 110 litros. As cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Vitória extrapolam ainda mais esse número e chegam à média populacional de 220 litros.

Fonte: Portal do Meio Ambiente / Envolverde /Adital.

April 17, 2008 | 3:44 PM Comments  0 comments

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